Review: Invictus, por Gonçalo Trindade
Heroísmo uplifting
Clint Eastwood não faz maus filmes. De todos os filmes que vi dele, não há um único que possa apelidar de “mau”. Alguns são apenas “bons”, e grande parte são “obras-primas”. Infelizmente, este fica-se pelo bom e é, em toda a sua filmografia, um filme menor. Invictus não é mau. Longe disso: é um [...]
Review: Ágora, por Fernando Manuel
Segundo a definição disponibilizada pela Wikipédia Ágora “era a praça principal na constituição da pólis, a cidade grega da Antiguidade clássica. Normalmente era um espaço livre de edificações, configurada pela presença de mercados e feiras livres em seus limites, assim como por edifícios de carácter público. Enquanto elemento de constituição do espaço urbano, a ágora [...]
Review: Avatar, por Vasco Ferreira
Respondendo desde já à grande dúvida que se coloca, e começando pelo fim, o veredicto final: Avatar é o filme da década, e a derradeira experiência cinematográfica. Todo o hype criado, a publicidade, o marketing, as promessas de grandiosidade… ficam aquém(!) do resultado final, que revoluciona a indústria de forma histórica e se apresenta, quem [...]
Review: MOON – O Outro lado da Lua, por Vasco Ferreira
Moon, o filme de estreia de Duncan Jones – filho de David Bowie -, é um exercício cinematográfico de ficção científica pouco comum nos dias que correm. O orçamento é pequeno, os actores são poucos, os efeitos especiais aparecem apenas ocasionalmente. Civilizações longínquas, conflitos rocambolescos e viagens interplanetárias são coisas que aqui não existem. Aliás, [...]
Review: O Solista, por Fernando Manuel
Equilibrado. Penso ser este o adjectivo adequado para definir O Solista, a nova longa-metragem da autoria de Joe Wright, realizador que foi aclamado pela crítica em 2007 pelo seu trabalho em Expiação (Atonement).
Tal como em Expiação, Wright propôs-se a tarefa de levar ao grande ecrã a adaptação de um livro.
Review: Um Conto de Natal, por Gonçalo Trindade
Dickens em 3D. Um Conto de Natal, o novo prodígio técnico de Robert Zemeckis, é bom entretenimento natalício por três razões: 1) o elenco, mesmo por baixo de todo aquele CGI, está óptimo (palmas para Jim Carrey, que interpreta grande parte das personagens); 2) Zemeckis sabe equilibrar bem a narrativa com o lado mais técnico [...]
Review: Julie & Julia, por Vasco Ferreira
Julia Child (Meryl Streep) é a mulher de um funcionário do governo americano em Paris que, fascinada pela capital francesa e as suas particularidades culinárias, dedica o seu tempo a aprender e dominar a arte da cozinha francesa.
Review: 2012, por Carlos Couceiro
O blockbuster deste Inverno já estreou nas salas de cinema portuguesas. Para os fãs do género, 2012 oferece tudo o que um bom “Disaster Movie” deve oferecer para os manter minimamente satisfeitos, no entanto para o mais comum do espectador, imune à febre do apocalipse, 2012 poderá tornar-se num longo Dejá Vu.
Review: O Delator, por Fernando Manuel
Soderbergh é, talvez, de todos os realizadores, ditos, mainstream um dos mais experimentalistas.
Tanto assim é que se analisarmos o seu percurso cinematográfico desde meados dos anos 80 até à actualidade encontramos os mais diversos tipos de filmes, géneros, histórias e protagonistas. Como exemplo, e meramente a esse título, destacamos a loucura de Sexo, Mentiras e [...]
Review: Michael Jackson’s This Is It, por Carlos Couceiro
Teria sido um concerto espantoso. Durante duas horas terá oportunidade de assistir à grande produção que o perfeccionista Michael Jackson preparava para se despedir dos fãs e dos palcos, uma produção poderosa e original num evento cinematográfico de duas semanas apenas.
Review: Orgulho e Glória, por Fernando Manuel
Nada de novo. Talvez seja este o sentimento que melhor resume Orgulho e Glória, do quase desconhecido Gavin O’Connor. Desde há muito que o quotidiano dramático da vida policial, designadamente nova-iorquina, tem servido de esteira narrativa aos mais diversos formatos televisivos e cinematográficos.
Review: O Último Destino 3D, por Carlos Couceiro
A premissa de O Último Destino de James Wong era simultaneamente simples e complexa. Bastou um Consegue enganar a morte? para levar milhões a assistir à inovadora longa-metragem de terror. Nove anos mais tarde, qualquer rasgo de originalidade que a franquia ainda era capaz de entregar perdeu-se num número infindável de ridículas mortes.
